A promotora laicista está errada: o Estado não é fiscal da alma
11/07/2026
(Foto: Reprodução)É para esse tipo de pergunta que existe esta coluna, e por isso ela se chama “Crônicas de um Estado Laico”: para lembrar que laicidade não é licença para o Estado domesticar a fé. Para recordar que o Brasil constitucional não cabe no laicismo estreito de uma elite que confunde neutralidade com esterilização espiritual. Para insistir que o ser humano é maior do que o Estado. E para dizer, com a serenidade firme que a liberdade exige: o Estado não é fiscal da alma.